
Então fomos para Lisboa… chegamos no aeroporto perto das 23h e achamos que perderíamos o último metrô, mas conseguimos comprar o passe e embarcar para o nosso…
Então fomos para Lisboa… chegamos no aeroporto perto das 23h e achamos que perderíamos o último metrô, mas conseguimos comprar o passe e embarcar para o nosso destino: Parada Restauradores. Ao chegar na pensão percebemos que as fotos do local estavam muito desatualizadas e a vizinhança não era muito amistosa, mas essa é sempre a primeira impressão de quando se chega em um lugar totalmente novo. O quarto tinha ducha e pia, com um espaço ok.
Estávamos com muita fome depois de andar e esperar o voo, então descobrimos que o Hard Rock Café era ali do lado. Corremos e quando chegamos deu tempo de pedir uma carne e costela, e assim aproveitamos o finalzinho da noite pois no dia seguinte teríamos muita coisa para fazer.
Acordamos cedo e fomos para a estação central, tínhamos planejado ir para Sintra, conhecer alguns lugares e comer os Travesseiros de Sintra!! A viagem de trem foi bem tranquila e chegamos rápido no destino! Passamos na loja de Travesseiros da Piriquita, compramos alguns doces, e saindo de lá fomos para um centro de turistas pegar informação e comprar os bilhetes.
Para subir até as “atrações” é bom ir de ônibus ou carro, não se arrisque a ir andando, pois é muito longe e vai dar uma canseira subida acima. Decidimos ir no Castelo dos Mouros e no Palácio de Pena, pegamos o primeiro ônibus para o Castelo dos Mouros, uma fortaleza muito bem cuidada e com um visual fantástico de Sintra… as construções impressionam pela duração no tempo, achamos bem interessante e tiramos várias fotos.
“As origens do castelo datam do séc. VIII e da invasão a Portugal pelos Mouros Muçulmanos do Norte de África. O Castelo dos Mouros foi construído pois fornecia um ponto vantajoso sobre o Rio Tejo e oferecia proteção para a cidade de Sintra. Crônicas árabes caracterizaram a região de Sintra como muito rica em campos de cultivo e o Castelo dos Mouros foi um dos castelos mais importantes nesta região, ainda mais que o castelo de Lisboa.”
Saindo de lá pegamos uma fila para a próxima parada, o Palácio de Pena. Não pagamos para entrar no palácio, somente para entrar nos jardins, e recomendamos essa alternativa! Não tinha muito mais o que ver e a grandiosidade externa já valeu a pena, jardins legais e muito espaço para andar do lado de fora, inclusive uma volta completa ao redor do palácio no caminho da guarda. Realmente o palácio é muito legal e colorido, além do jardim e vista que valeu a Pena(!)
“O Parque e o Palácio da Pena, implantados na serra de Sintra e fruto do gênio criativo de D. Fernando II, são o expoente máximo do Romantismo do século XIX em Portugal, com referências arquitetônicas de influência manuelina e mourisca. O Palácio foi construído para ser observado de qualquer ponto do Parque, floresta e jardins luxuriantes com mais de quinhentas espécies arbóreas oriundas dos quatro cantos do mundo.”
Para fechar a visita passamos no restaurante Incomum by Luis Santos e comemos Polvo e Risoto de Vieiras, muito bom!! Hora de voltar para Lisboa, foi o tempo de chegar no apartamento, descansar um pouco e já saímos para encontrar o Rodrigo e a Fabi no terraço do hotel Tivoli, onde fica o Sky Bar! Um pouco pretensioso para o “pôr-do-sol” mais bonito de Lisboa… Mais fresco do que legal, mas tomamos uma chopp e seguimos nossa caminhada para a Cervejoteca e depois passamos no Aqui há Peixe aonde comemos um bacalhau muito bom! Fechamos bem o primeiro dia…
No dia seguinte começamos cedo, dia longo e com muitas coisas para fazer e comer! Café da manhã em Belém comendo na mais icônica fábrica de pastel de Belém! Muito legal! Saindo dali passamos no Mosteiro dos Jerónimos, onde tem uma linha de acontecimentos em Portugal muito interessante, mostrando o que estava acontecendo no mundo enquanto passava o tempo e o que ocorria em Portugal. O local tem um belo jardim e algumas pessoas famosas enterradas por lá como o Vasco da Gama. Saindo de lá passamos na torre de Belém, como tínhamos comprado o ingresso subimos no topo da torre, mas não vale muito a pena… só o mosteiro já está de bom tamanho! Depois passamos no Museu da Marinha, este não precisa ir, só se for algo que queira muito! =D Já tarde decidimos chamar um uber para ir almoçar na Boca do Inferno, em um restaurante chamado Mar do Inferno, lá comemos mais um pouco de bacalhau e um prato de camarão muito bom! Voltando para a cidade resolvemos ir no Castelo de São Jorge em Lisboa no pôr-do-sol e aproveitamos para conhecer mais um castelo! Terminamos a noite no Mercado da Ribeira, um mercado com muitas mesas compartilhadas e várias lojas vendendo queijos, presunto, vinhos… muito recomendado o lugar!
No dia seguinte acordamos cedo e fomos para o Palácio de Queluz, onde nosso imperador nasceu e morreu. Apesar do palácio conservado, tem muita coisa em obra e o jardim, que diziam que era legal, está um pouco abandonado.
“O Palácio Nacional de Queluz é um palácio do século XVIII localizado na cidade de Queluz no município de Sintra, distrito de Lisboa. Um dos últimos grandes edifícios em estilo rococó erguidos na Europa, o palácio foi construído como um recanto de verão para D. Pedro de Bragança, que viria a ser mais tarde marido e rei consorte de sua sobrinha, a rainha D. Maria I de Portugal.
Serviu como um discreto lugar de encarceramento para a rainha D. Maria I enquanto sua loucura continuou a piorar após a morte de D. Pedro em 1786. Após o incêndio que atingiu o Palácio da Ajuda em 1794, o Palácio de Queluz tornou-se a residência oficial do príncipe regente português, o futuro D. João VI, e de sua família. Permaneceu assim até a fuga da família real para o Brasil em 1807, devido à invasão francesa de Portugal.”
Fechamos o dia caminhando por Lisboa e fazendo um tour pelo centro, completando diversos lugares recomendados: Museu da Cerveja Portuguesa, com suas cervejas locais, a Casa Portuguesa do Pastel (Bolinho) de Bacalhau com queijo, o Mundo Fantástico da Sardinha Portuguesa e a Fábrica das Enguias! Terminamos o tour no mercado local da Praça da Figueira, comendo alguns petiscos e tomando cerveja e sangria para nos despedir da Cidade Lusitana.
Uma experiência legal com companhias agradáveis e muita coisa para ver, foi corrido, engraçado e divertido, valeu a pena!! Poderia ficar mais, não fosse o calor… rs…
Publicado originalmente em navidacomela.wordpress.com ↗